Leia o excerto abaixo, da autoria de Castro Alves.
Mocidade e morte
[...] Morrer... quando este mundo é um paraíso,
E a alma um cisne de douradas plumas:
Não! O seio da amante é um lago virgem...
Quero boiar à tona das espumas.
Vem! formosa mulher – camélia pálida,
Que banharam de pranto as alvoradas.
Minh’alma é a borboleta, que espaneja
O pó das asas lúcidas, douradas... [...]
Fonte: ALVES, Antônio Frederico de Castro. Mocidade e Morte. Disponível em: <http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?selectaction=&coobra=86840>. Acesso em: 13 fev. 15.
A respeito do trecho lido, é correto afirmar que
Minh’alma é a borboleta, que espaneja
O pó das asas lúcidas, douradas... [...]
Fonte: ALVES, Antônio Frederico de Castro. Mocidade e Morte. Disponível em: <http://www.dominiopublico.gov.br/pesquisa/DetalheObraForm.do?selectaction=&coobra=86840>. Acesso em: 13 fev. 15.
A respeito do trecho lido, é correto afirmar que