Leia o fragmento a seguir, retirado da edição do dia 30 de agosto de 2017 de um site de notícias, e observe a figura que o segue, para responder a questão.
A Justiça Federal suspendeu o decreto que liberava a mineração em uma reserva ambiental na Amazônia. Na decisão, o juiz Rolando Spanholo diz que é “inadequada a pretensão do Executivo Federal em extinguir (total ou parcialmente) a Reserva Nacional do Cobre e Associados (Renca), por meio de simples decreto e sem a prévia deliberação do Congresso”. A reserva fica entre o Parãe o Amapá. E do tamanho do estado do Espírito Santo. Tem nove áreas de preservação - parques, florestas, reservas biológicas e terras indígenas. Com um decreto, semana passada, o governo extinguiu a reserva. Abriu caminho para a exploração mineral na região rica em ouro, ferro, cobre, manganês e outros minérios. A decisão agradou as mineradoras, mas foi criticada por ambientalistas e até por aliados.
Disponível em: http://g1.globo.com/jornalnacional/noticia/2017/08/justica-federal-suspende-liberacao-de-area-da-amazonia-para-mineracao.html. Acesso em: 31 ago. 2017.
A Floresta Amazônica, apesar de parecer despovoada, é habitada por diversos grupos denominados “povos da floresta”. Esses povos utilizam os recursos da floresta, mas sabem que precisam preservá-la, afinal esse é o meio de existência deles. O impacto da liberação de áreas de mineração na Floresta Amazônica impactaria tais povos, mas esse não seria o Único impacto causado por essa medida.
Sobre os impactos causados pela desproteção da floresta e pelo referido decreto, tem-se o seguinte: