Leia o fragmento do texto.
[...] a luta pela terra não é, evidentemente, uma política do governo, mas sim dos trabalhadores. Sem reforma agrária, a implantação dos assentamentos tornou-se a política do governo [...] o assentamento não será o fim da luta, mas sim o território do início de novas lutas, e porque pelas experiências históricas e consciência política os sem-terra sabem que só colherão o que plantarem [...] a morte da luta também significa a morte de quem luta. (Questão Agrária, Pesquisa e MST. São Paulo: Cortez, 2001.)
O fragmento do livro do Professor Pós-Doutor Bernardo Fernandes Mançano, relata um problema considerado grave na questão agrária brasileira. A luta dos trabalhadores sem-terra citada no fragmento de texto refere-se: