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Texto
[...] Caxias já era uma comarca próspera, os portugueses desde muito antigamente tinham se estabelecido lá para negócios de comércio, retalho, exportação, importação, eles animavam a economia, tinham os cargos políticos, controlavam os negócios públicos, até mesmo trocaram o velho churka por um descaroçador de algodão mais novo, construíram casas grandes de negócio e edifícios sólidos de cantaria, eram os donos de tudo por aqui e achavam que aqui era terra deles, sempre foram uns “espetados”, dizia papai. [...]
MIRANDA, A. Dias e Dias. São Paulo: Companhia das Letras, 2002
No plano da expressividade e da intencionalidade discursiva, a caracterização metafórica dos portugueses traz a marca linguística de depreciação no seguinte trecho: