Leia o poema abaixo, “O anel de vidro”, de Manuel Bandeira.
Aquele pequenino anel que tu me deste, Ai de mim – era vidro e logo se quebrou... Assim também o eterno amor que prometeste, Eterno! era bem pouco e cedo se acabou.
Frágil penhor que foi do amor que me tiveste, Símbolo da afeição que o tempo aniquilou – Aquele pequenino anel que tu me deste, Ai de mim – era vidro e logo se quebrou..
Não me turbou, porém, o despeito que investe Gritando maldições contra aquilo que amou. De ti conservo na alma a saudade celeste... Como também guardei o pó que me ficou Daquele pequenino anel que tu me deste.
Nesse texto,