Leia o poema “Boca Maldita”, de Ricardo Corona.
ter a língua solta
contradizer até o fim
ter a língua má
um não se faz um sim
dar à rasa razão
o mais raro sentido
manter a boca aberta
meter a boca no mundo
falar na hora errada
coisas certas que vêm do fundo
boca maldita não é beata
língua má não cria fungo
(Manuel da Costa Pinto (org.). Antologia comentada da poesia brasileira do século 21, 2006.)
Em “Boca Maldita”, o eu lírico __________ , o que nos permite relacionar esse poema às poesias __________ .
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