Leia o poema de Bocage.
Nariz, nariz, e nariz,
Nariz, que nunca se acaba;
Nariz, que se ele desaba,
Fará o mundo infeliz;
Nariz que Newton não quis
Descreve-lhe a diagonal;
Nariz de massa infernal,
Que, se o cálculo não erra,
Posto entre o Sol e a Terra,
Faria eclipse total!
(Poesia arcádica, 1985.)
A intenção do eu lírico realiza-se em um