Leia o seguinte trecho retirado de A ilha misteriosa, do francês Júlio Verne:
“– Vejam, um grão de trigo! E mostrou aos seus companheiros um único grão que havia entrado no forro do seu casaco pelo furo do bolso.
– Ah! Meu rapaz – exclamou Pencroff -, não avançamos muito! O que podemos fazer com um só grão de trigo?
– Pencroff, você sabe quantas espigas um grão de trigo pode produzir?
– Uma, suponho!
– Dez, Pencroff. E sabes quantos grãos existem em uma espiga? Oitenta em média. Portanto, se plantarmos esse grão na primeira colheita, teremos oitocentos grãos, que produzirão na segunda seiscentos e quarenta mil, na terceira quinhentos e doze milhões”.
Júlio Verne, A ilha misteriosa, SP: Principis, 2020.
Supondo que os plantios pudessem se manter da mesma forma a cada nova colheita, a quantidade de grãos obtidos na décima colheita é um número tal que a soma dos seus últimos 21 algarismos é igual a