Leia:
O Tejo é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia, Mas o Tejo não é mais belo que o rio que corre pela minha aldeia Porque o Tejo não é o rio que corre pela minha aldeia
(Fernando Pessoa, Poemas de Alberto Caeiro)
Curiosamente (ou propositadamente), Alberto Caeiro dispensa o substantivo “rio” para Tejo (como que suficientemente famoso) e por outro lado não nomeia o rio de sua aldeia (como que insignificante). Em função disso, pode-se afirmar que nesse trecho há a temática do(a):