Leia o texto a seguir.
“A descrição do meio natural ocupa um lugar de destaque no estudo das cidades. Costuma-se relacioná-la com a busca de certas explicações sobre o desenvolvimento e com as opções de trabalho, mas não se devem procurar relações simples de causa e efeito entre fatos físicos e humanos. É muito fácil mostrar que, em condições naturais homólogas, duas cidades tiveram destinos diferentes; todavia, é certo que determinadas condições naturais possibilitam utilizações cuja influência sobre o desenvolvimento urbano varia conforme a época e as técnicas do momento. Por outro lado, o estudo deste tipo de relações, um dos principais objetivos da Geografia, é uma decorrência específica dos métodos utilizados.”
(GEORGE, Pierre. Geografia Urbana. São Paulo: Editora Difel)
As ideias contidas no texto permitem as seguintes conclusões:
1) O sítio urbano é definido como o quadro topográfico e seus diversos aspectos, no qual se enraizou a cidade, pelo menos em suas origens.
2) As relações geográficas entre a cidade e o meio natural são definidas pelo menos em duas escalas, a regional e a local.
3) Uma das posições mas frequentes e propícias à continuidade do desenvolvimento urbano é a de encruzilhada, ou seja, a convergência de vias de fácil circulação que favorecem o crescimento de mercados.
4) A posição urbana é a localização da cidade em função do predomínio de certas etnias que desenvolveram técnicas especiais de ocupação do meio natural.
5) A atividade preponderante das cidades não está subordinada às facilidades de deslocamentos dos seres humanos e das mercadorias que predominam numa área urbanizada.
São corretas as conclusões: