Leia o texto a seguir.
“A exploração marítima portuguesa pode ser traçada desde 1279, quando o rei Diniz contratou um capitão de mar genovês e o encarregou de desenvolver as frotas navais mercantis. O rei também ordenou que a linha costeira fosse arborizada de forma a ter madeira disponível para a construção das futuras naus, que cruzariam os mares desbravando novos territórios e continentes para serem agregados à Coroa portuguesa.
Em 1341, uma frota de naus portuguesas deixou Lisboa para alcançar as ilhas Canárias e a costa africana. Apesar de não ter colhido retorno financeiro, Portugal lançou-se ao mar oficialmente e, em pouco tempo, o país seria reconhecido como a pátria dos melhores navegadores e embarcações e das mais recentes inovações no campo de navegação e cartografia. Os portugueses lançaram-se ao mar em busca da rota das especiarias traçada pelos árabes, que negociavam seus estoques por verdadeiras fortunas em Veneza.”
(Fonte: GRACINDO, Ina. Viagem ao mundo do chá. Rio de Janeiro: Casa da palavra, 2013. p. 143. Adaptado).
O ápice desse processo é consolidado por meio: