Leia o texto a seguir:
“Carismático e performático, um espanto com o qual os eleitores jamais haviam se deparado, Jânio Quadros (1917-1992) foi eleito presidente do Brasil em 1960, depois de uma disputa acirrada com o marechal Henrique Teixeira Lott (1894-1984). Afora São Paulo, o país pouco sabia sobre ele, mas logo prestou atenção em peculiaridades de sua personalidade num cenário de confronto entre getulistas e antigetulistas, ambos com projetos diferentes para o Brasil.
A vassoura, emblema principal da campanha janista, representava uma pregação moralista que tinha como principal conteúdo críticas ao que Jânio chamou de corrupção desenfreada do governo JK, quando da execução de seu projeto desenvolvimentista. A pregação de Quadros conquistou contingentes da classe média e mobilizou o apoio da União Democrática Nacional (UDN) à sua candidatura.”
DELGADO, Lucilia de Almeida Neves. A breve faxina. In Revista de História do Brasil da Biblioteca Nacional. Ano 7, nº 74, novembro 2011, p. 58-59.
Sobre o texto apresentado, podemos afirmar que: