Leia o texto a seguir:
Em 1582, o jovem Galileu Galilei, então com 22 anos, assistia a missa na catedral de Pisa, na Itália, quando, em meio a longos bocejos, deparou-se com um fenômeno curioso. Um coroinha acabara de acender as velas do enorme candelabro sobre o altar. Para tal, tivera que trazer o candelabro para si, pescando-o com um gancho do alto de um tablado. Completada a tarefa, o coroinha largou o candelabro, que passou a oscilar lentamente de um lado a outro do altar. Galileu ficou olhando para o candelabro indo e vindo, indo e vindo, quase hipnotizado. De repente, num lampejo de intuição, resolveu marcar o tempo que o candelabro demorava para completar uma oscilação. Como não havia relógios na época, o astuto Galileu usou seu próprio pulso como cronômetro. Ainda bem que era um rapaz calmo e de pulso firme. Caso contrário, seu experimento não funcionaria. Galileu percebeu que, à medida que o candelabro oscilava, o ângulo entre a oscilação inicial e final diminuía. Entretanto, para seu espanto, o tempo que ele demorava para oscilar entre os dois pontos era o mesmo! Esse intervalo de tempo, chamado de "período de oscilação", parecia ser independente do ângulo inicial do candelabro.
(Adaptado do livro Poeira das estrelas, de Marcelo Gleiser, p. 62, Editora Globo, 2006.)
Leia agora as seguintes afirmativas:
I. O texto é basicamente dissertativo.
II. Há erro de regência no primeiro período texto.
III. O texto é basicamente narrativo.
IV. Em "deparou-se com um fenômeno curioso", o "se" é uma partícula de realce ou expletiva.
Assinale a alternativa correta: