Leia o texto a seguir, intitulado “História do corrupião” (adaptado), cujo autor é o cronista Rubem Braga:
Na calçada da avenida, ao lado do Municipal, estava o vendedor de passarinho. Era de tarde e passava muita gente com pressa. Saindo do aperto quente e sujo de uma lotação, parei um instante a ver o que era – um corrupião mansinho, que estava solto, no canto da calçada.
Mais dois ou três sujeitos pararam também um momento. Apareceu então um senhor de idade, bem vestido, com um chapéu de aba virada, e perguntou quanto era. O homem deu o preço, e o velho pediu para ver o pássaro. Mas o passarinho sai andando, para, dobra a esquina que dar para os fundos do teatro. Várias vezes o homem se abaixou para pegá-lo, mas ele escapava com um pulinho ligeiro e afinal se meteu embaixo de um automóvel parado. Bom, como eu não tinha muita pressa, resolvi assistir à caçada. Porém, foram inúteis as tentativas, pois o vendedor não pode com a astúcia do corrupião.
Assinale V (para verdadeira) ou F (para falsa), nas afirmativas a seguir, feitas sobre o texto:
( ) As palavras “para” e “pode”, que se encontram sublinhadas, deveriam ambas estar acentuadas.
( ) O penúltimo período apresenta uma marca de oralidade no discurso.
( ) São adjetivos ou locuções adjetivas: “de idade”, “mansinho”, “velho” e “parado”.
( ) O verbo “dar”, também sublinhado”, deveria estar conjugado de outra maneira: “dá”.
Assinale a sequência CORRETA de V e F de cima para baixo: