Leia o texto a seguir.
O envelhecimento populacional – e seu respectivo potencial de mercado – tem atraído a atenção de diversas empresas no mundo. Essa tendência, aliada à queda de natalidade desde 2017, deve fazer do Brasil o quinto país com a maior população de idosos do mundo em 2030, o que evidencia o desafio de um olhar para o envelhecimento tanto pelo sistema público quanto pela saúde suplementar.
Por ser uma parcela da população que, de modo geral, utiliza mais os planos, há uma demanda para que as operadoras acompanhem essa mudança, colaborando com a promoção de saúde e consequente redução de custos com tratamentos de doenças graves e complicações. Alguns dados já corroboram essa análise: o número de pessoas idosas em planos de saúde dobrou nos últimos 20 anos e hoje já soma 7 milhões de beneficiários, de acordo com levantamento feito pelo Instituto de Estudos de Saúde Suplementar (IESS). Esse grupo representa cerca de 14% do total da população que conta com algum tipo de convênio médico.
Os planos já vêm trabalhando algumas iniciativas para que os beneficiários possam ter um envelhecimento mais saudável e com um maior controle das doenças crônicas que possam surgir com o passar dos anos.
Além da questão do envelhecimento da população brasileira e da baixa natalidade, existem outros fatores que contribuem com o aumento do número de pessoas idosas nos planos de saúde. Acredita-se que a pandemia teve um papel importante, na medida em que pessoas com mais de 60 anos estavam entre o grupo mais vulnerável para complicações pela Covid-19.
Disponível em: https://futurodasaude.com.br/envelhecimento-planos-de-saude/. Acesso em 23 ago 2022. [Adaptado].
Assinale a alternativa que contém o título que mantém fielmente o assunto tratado do texto.