Leia o texto a seguir.
“O fascismo não crê nem na possibilidade, nem na utilidade de uma paz perpétua. Só a guerra leva ao máximo de tensão todas as energias humanas e marca com um sinal de nobreza os povos que têm a coragem de afrontá-la. Para nós, fascistas, a vida é um combate contínuo e incessante.
O fascismo não é apenas legislador e fundador de instituições: é também educador. Deseja refazer o homem, o caráter, a fé”.
MUSSOLINI, Benito. O fascismo. In: São Paulo. Secretaria de Educação. Coordenadoria de Estudos e Normas Pedagógicas. Coletânea de documentos históricos para o primeiro grau: 5 a 8 séries. São Paulo: SE/Cenp, 1978. p. 93.
Os horrores da Primeira Guerra Mundial (1914-1918) e a crise econômica mundial de 1929 são fatores que favoreceram uma forte desilusão na Europa com as instituições, especialmente com a democracia e o capitalismo liberal.
Em fins da década de 1920 e início da década de 1930, correntes políticas totalitárias floresceram diante do cenário de perplexidade e descrença social, apoiando-se em