Leia o texto abaixo
“(...) A partir da década de 1960, a Amazônia foi apresentada ao mundo ocidental como (...) uniforme e monótona, pouco compartimentada e desprovida em diversidade, fisiográfica e ecológica. (...) sem gente e sem história, passível de qualquer manipulação por meio de planejamentos feitos à distância, ou sujeito a propostas de obras faraônicas e um falso conceito de desenvolvimento.(...) hoje vivem na Amazônia 250 mil índios (...);4,5 milhões de seringueiros, beiradeiros e castanheiros,350 mil garimpeiros; 5 milhões de trabalhadores braçais, funcionários e peões seminômades,(...) quilombolas , além de alguns milhões de habitantes urbanos de diferentes níveis sociais”.
Adaptado de AB’SABER, Aziz Nacib, Amazônia, do discurso à práxis. São Paulo.Edusp,1996, p 131-132
O mesmo cita vários dos atores sociais que vivem atualmente na Amazônia. Entre os grupos citados, alguns são considerados “populações tradicionais”, possuidoras de “saberes seculares” que muito podem contribuir para a preservação e uso dos recursos naturais que a região dispõe. Entre as populações tradicionais do Baixo Amazonas, notadamente do município de Oriximiná, no Pará, destacam-se os (as)