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Metrópoles mais quentes e secas
Simulações indicam aumento na temperatura e redução pela metade da chuva em São Paulo, no Rio de Janeiro e em Santos até o fim do século
A capital paulista pode ter ondas de calor de aproximadamente 60 dias até o final do século, segundo algumas projeções.
No cenário mais pessimista simulado pelo último relatório do Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas (IPCC), as emissões de gases de efeito estufa não parariam de aumentar até o fim do século e a temperatura média da atmosfera do planeta seria, em 2100, cerca de 4 °C maior do que a atual. Se esse quadro climático global se materializar nas próximas décadas, as temperaturas máximas poderão aumentar até 9ºC no verão e a chuva se reduzir pela metade nas duas maiores regiões metropolitanas do país, São Paulo e Rio de Janeiro, e no município paulista de Santos, onde funciona o mais importante porto brasileiro. O valor das temperaturas mínimas nessas áreas também deverá subir aproximadamente 4ºC até o fim do século, sinalizando a vigência de invernos menos frios.
Fonte: http://revistapesquisa.fapesp.br/2018/11/19/metropoles-maisquentes-e-secas/
Além do superaquecimento global, cidades portuárias como Santos estão sujeitas a um importante impacto local – a introdução de novas espécies trazidas com a água de lastro de navios e com plataformas de petróleo.
Espécies introduzidas – como por exemplo o coral-sol (Tubastraea spp.), normalmente proliferam excessivamente devido a: