Leia o texto.
Onde houve escravidão, houve resistência. E de vários tipos. Mesmo sob a ameaça do chicote, o escravo negociava espaços de autonomias com os senhores ou fazia corpo mole no trabalho, quebrava ferramentas, incendiava plantações, agredia senhores e feitores. Rebelava-se individual e coletivamente. Aqui a lista é grande e conhecida. Houve, no entanto, um tipo de resistência que poderíamos caracterizar como a mais típica da escravidão, a fuga.
(SCHIMIDT, Mário. Nova História Crítica. São Paulo: Nova Geração, 2005. p. 207.)
Sobre as formas de resistência dos escravos no Brasil, é correto apontar