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Constitui um movimento em que se tornou moda a supervalorização dos escritores da Antiguidade greco-latina. Integrado no Humanismo e na Renascença, o movimento se espraiou pela Europa, ao longo dos séculos XV e XVII.
Impulsionados pelas teorias estéticas defendidas pelos Antigos (Poética, de Aristóteles, Arte Poética, de Horácio, entre outras) os partidários desse movimento entendiam que a obra literária deveria obedecer aos cânones implícitos ou explícitos nos textos greco-latinos. A imitação dos Antigos constituía, pois, o princípio básico dos adeptos do movimento. Todavia, consideravam que a imitação não significava servilismo, cópia elementar; antes, pressupunha o talento individual, a inspiração e a imaginação.
(Massaud Moisés. Dicionário de termos literários, 1988. Adaptado.)
“Todavia, consideravam que a imitação não significava servilismo, cópia elementar” (2º parágrafo)
No contexto em que se encontra, o termo sublinhado introduz uma oração que expressa