Leia o trecho abaixo.
“Senhor! Não é simples motivo de participar por especiais favores devidos a V.M.I. e sim um sentimento patriótico profundo e de elevado reconhecimento pela prosperidade de nosso país, devido à soberania, amor e justiça que tão altamente brilham no Trono de Vossa Augusta Pessoa [...] Vossa majestade que bem deseja ser amado por suas virtudes públicas e privadas que tanto edificam o Brasil como um todo [...] A instrução pública, a completa liberdade de imprensa, a tolerância dos cultos [...] tudo faz do Brasil uma nação e dá ao mundo um Príncipe Perfeito” .
Dedicatória de Gonçalves de Magalhães a D. Pedro II no livro A Confederação dos Tamoios, de sua autoria, datado de 1856 e publicado com apoio financeiro do Imperador. Apud SCHWARCZ, Lilian Moritz. As Barbas do Imperador. D. Pedro II, um monarca nos trópicos. São Paulo: Companhia das Letras, 1998, p. 123.
Considerando o contexto histórico do período em que o livro A Confederação dos Tamoios foi escrito e o teor da dedicatória de Gonçalves de Magalhães, as seguintes proposições são possíveis, à exceção de: