Leia:
“Os mapas das taxas de mortalidade por câncer [infantil e de adolescentes] e indicadores de assistência – internações, quimioterapias e radioterapias – do Sistema Único de Saúde (SUS) de 2000-2007 mostram a desigualdade no acesso [a esses serviços]. O volume de tratamentos é menor para moradores nas regiões mais carentes do país – Norte e algumas regiões do Nordeste.”
(Antonio Sergio Petrilli. Chances desiguais. Folha de S. Paulo, 11/11/2013. p. A3)
Considerada essa informação, pode ser dito que