leite, leitura,
letras, literatura,
tudo o que passa,
tudo o que dura
tudo o que duramente passa
tudo o que passageiramente dura
tudo, tudo, tudo,
não passa de caricatura
de você, minha amargura
de ver que viver não tem cura
(LEMINSKI, Paulo. Toda poesia. 12. reimpr. São Paulo: Companhia das Letras, 2013. p. 333.)
No verso final do Texto 2, o eu lírico diz que viver não tem cura. Essa afirmação pode remeter-nos à reflexão sobre os limites da Medicina e da indústria farmacêutica. Nos dias atuais, doenças que antigamente eram incuráveis são superadas pela administração de medicamentos específicos, levando as pessoas a terem uma expectativa de vida maior. Como exemplo, temos a tuberculose que, antigamente, levava a altos índices de mortalidade, e que chegou a ser praticamente erradicada, embora esteja voltando com força nos dias atuais. Um medicamento usado como primeira escolha no tratamento da tuberculose, a isoniazida, (fórmula molecular apresentada a seguir), é menos tóxico, mais eficaz e mais barato que seus similares e está disponível em combinações.
Sobre a fórmula molecular desse medicamento, marque a alternativa correta: