Localizada na Ásia continental, a República Popular da China, possui a terceira maior extensão territorial. Sua população ultrapassa 1,3 bilhões de habitantes, sendo o país mais populoso do mundo. Uma das estratégias criadas para a abertura das fronteiras para o capital estrangeiro foi a criação das Zonas Econômicas Especiais (ZEEs). Desde então, o regime chinês procura fazer a combinação de abertura com centralização política (socialismo de mercado).
O território chinês pode ser dividido em três grandes unidades econômicas regionais: a China Marítima, a China Agrícola e a China Periférica. Sobre essas três regiões do país, pode se dizer:
I. A China Marítima é a principal região econômica e demográfica do país, com intensa urbanização e grande concentração populacional. Na porção norte, encontra-se a Manchúria, com significativas reservas minerais de carvão e petróleo e, por isso, com grande parte de sua economia girando em torno da indústria pesada estatal.
II. A China Agrícola é uma unidade econômica regional que continua mantendo sua tradição agrária e comporta-se, cada vez mais, como reservatório de mão de obra não qualificada e barata para os centros urbanos do litoral.
III. A terceira grande unidade econômica regional chinesa é a China Periférica. O Tibete faz parte dessa região. O governo tibetanodiscorda da legitimidade do domínio chinês na região que foi anexada ao território da república popular à força pelos comunistas no ano de 1950.
IV. As Zonas Econômicas Especiais se estendem pelas três unidades econômicas chinesas de modo a garantir igualdade econômica entre elas. Essa realidade é resultado do plano de interiorização do desenvolvimento criado pelas autoridades chinesas no ano de 2006.
Das afirmativas acima, são verdadeiras: