“Longe de ser o soberano inconstante que seus pangeristas quiseram descrever, Nicolau II não perdia de vista a defesa de suas prerrogativas; o pai e Pobenocev lhe haviam ensinado que ele era o Czar-autocrata, que Deus assim o quisera, que toda concessão ao espírito do tempo era um sacrilégio.”
FERRO, Marc. A Revolução Russa de 1917.
O domínio czarista: