Mais de oito décadas se passaram, e a história ainda não chegou à conclusão de como Virgulino Ferreira da Silva, o Lampião, foi morto. O debate ainda rende entre pesquisadores do cangaço e segue longe de um consenso sobre como se deram os últimos suspiros de Lampião. Há até mesmo quem duvide de sua morte.
Uma novidade trouxe mais elementos a um debate que parece não ter fim. Trata-se de uma perícia feita nas roupas e objetos que estavam com Lampião no dia da emboscada policial na grota do Angico, sertão de Sergipe, em 28 de julho de 1938. Após as mortes, as cabeças de Lampião, de sua esposa Maria Bonita e de outros cangaceiros foram cortadas e expostas como troféus nas cidades de Piranhas (AL), Maceió e Salvador.
Adaptado de bbc.com. 23 set. 2019
O episódio descrito é considerado como símbolo maior do ocaso do cangaço no Brasil.
A partir dessa descrição, a ascensão e o fim do cangaço são explicados, respectivamente, pelos seguintes motivos: