“Melhor do que uma Veneza tropical, pois, assim que descia, a maré deixava as ruas limpas e brancas de sal. Em marés de sizígia, mais fortes, e normalmente perto da Páscoa, algumas vezes chegávamos navegando até a igreja Matriz, quase contornando a praça principal. A comunhão com o mar em Paraty faz parte de sua história e é evidente em sua arquitetura, no traçado urbanístico e na própria cultura local.”
(Klink, Amyr. Cem dias entre o céu e o mar. São Paulo, Companhia das Letras, 2005. p. 92).
Na representação a seguir visualizam-se as fases da Lua em um mês de abril. Pela leitura do texto, pode-se afirmar que os dias possíveis para a aventura descrita são