Memória
Amar o perdido
deixa confundido
este coração.
Nada pode o olvido
contra o sem sentido
apelo do não.
As coisas tangíveis
tornam-se insensíveis
à palma da mão.
Mas as coisas findas
muito mais que lindas
essas ficarão.
(DE ANDRADE, Carlos Drummond. A palavra mágica: poesia. 5.ed. Rio de Janeiro: Record, 1999, p. 60)
O vocábulo “olvido”, primeiro verso da segunda estrofe, é o mesmo que:
Nada pode o olvido
contra o sem sentido
apelo do não.
As coisas tangíveis
tornam-se insensíveis
à palma da mão.
Mas as coisas findas
muito mais que lindas
essas ficarão.
(DE ANDRADE, Carlos Drummond. A palavra mágica: poesia. 5.ed. Rio de Janeiro: Record, 1999, p. 60)
O vocábulo “olvido”, primeiro verso da segunda estrofe, é o mesmo que:
As coisas tangíveis
tornam-se insensíveis
à palma da mão.
Mas as coisas findas
muito mais que lindas
essas ficarão.
(DE ANDRADE, Carlos Drummond. A palavra mágica: poesia. 5.ed. Rio de Janeiro: Record, 1999, p. 60)
O vocábulo “olvido”, primeiro verso da segunda estrofe, é o mesmo que:
Mas as coisas findas
muito mais que lindas
essas ficarão.
(DE ANDRADE, Carlos Drummond. A palavra mágica: poesia. 5.ed. Rio de Janeiro: Record, 1999, p. 60)
O vocábulo “olvido”, primeiro verso da segunda estrofe, é o mesmo que:
O vocábulo “olvido”, primeiro verso da segunda estrofe, é o mesmo que: