Muito cedo os romanos perceberam que as guerras de conquista eram um empreendimento lucrativo: traziam a riqueza do saque para os soldados e seus comandantes. Os cidadãos pobres e sem terras eram beneficiados com a aquisição de terrenos nas áreas conquistadas, tanto nas vizinhanças de Roma como nas colônias recém-fundadas. Os combates proporcionavam também a glória militar, indispensável para a aristocracia dirigente afirmar sua superioridade.
(Maria Luiza Corassin. Sociedade e política na Roma antiga, 2001. Adaptado.)
Essas guerras, além de serem “um empreendimento lucrativo”,