Na Amazônia, nenhuma intervenção humana provoca tantas mudanças como uma rodovia. Pouco mais de 40 anos após a inauguração, a Transamazônica parece andar em círculos desde que foi aberta, sob o lema de “Integrar para não entregar”. Entre as duas pontas da rodovia de 1 751 km, menos de 10% estão asfaltados, predominam na paisagem pastos subutilizados e terras indígenas sob pressão de madeireiros e garimpeiros.
(Fabiano Maisonnave e Lalo de Almeida. “Símbolo da ditadura vira rota do crime”. Folha de S.Paulo, 23.10.2016. Adaptado.)
O excerto traz um conjunto de informações sobre a atuação do Estado brasileiro na imensa região amazônica, a saber: