Na América espanhola, as lutas pela independência começam numa conjuntura precisa. Mas o clima político e cultural que impregna a conjuntura é dado pela independência americana, a Revolução Francesa e os escritos dos pensadores que acabaram por demolir o universo cultural e ideológico proveniente do mundo feudal.
No Brasil, o fenômeno é singular: não haverá guerra pela independência e o antigo aparelho administrativo colonial passa a constituir-se no “novo” Estado independente.
(Leon Pomer. As independências na América Latina, 1984. Adaptado.)
Essa “conjuntura precisa” e o “fenômeno singular” remetem, respectivamente,