[Na América Latina], considerava-se que a economia internacional se baseava numa forma de “neocolonialismo”, porque as matérias-primas e os bens alimentares eram trocados por importações industriais de elevado valor, num processo que se julgava implicar a subordinação aos interesses do mundo desenvolvido. Os países latino-americanos precisavam, então, se industrializar para se libertar dessa dependência. Porém, só o Estado podia reunir os recursos para dirigir semelhante iniciativa, pelo que, a partir do fim dos anos 30 [do século XX], os principais países seguiram uma política de industrialização.
(Edwin Williamson. História da América Latina, 2018.)
O argumento apresentado pelo excerto pode ser exemplificado pela história econômica do Brasil com