Na audição humana, o limiar auditivo corresponde ao nível mínimo de pressão acústica necessária para, num ambiente silencioso, provocar uma sensação auditiva, a qual varia para cada ouvinte e para cada frequência. O limiar de desconforto corresponde ao nível mínimo de pressão acústica necessária para produzir uma sensação de dor.
Nas frequências audíveis, a área delimitada pelas curvas do limiar auditivo e do limiar de desconforto define o campo auditivo, que, para o ser humano, está compreendido entre uma pressão acústica de 0,02 mPa e 2.000 mPa. Estes valores do campo auditivo aplicam-se apenas para as frequências compreendidas entre 0,5 kHz e 8 kHz, região na qual a sensibilidade do sistema auditivo humano é maior. Para frequências inferiores e superiores é necessária uma pressão acústica muito superior para atingir o limiar auditivo.
A pressão acústica corresponde à diferença entre as pressões nos dois lados da membrana timpânica e o sistema auditivo humano é altamente sensível a essa diferença de pressão.
Considerando a massa específica da água igual a 1,0 × 103 kg/m3 e a aceleração gravitacional igual a 10 m/s2, a altura da coluna de água que exerce uma pressão hidrostática igual à pressão acústica correspondente ao limiar de desconforto para uma onda sonora de frequência 1,0 kHz é igual a: