Na década de 30, o embaixador de Vargas na Alemanha demonstrava ódio explícito aos judeus e o seu ministro da justiça se referia aos refugiados do nazismo como “rebotalho branco”. Mesmo assim, Vargas encantou os americanos que vieram fazer-lhe a corte e um lobby persistente para garantir o apoio brasileiro aos esforços aliados.
(LEVINE, Robert. Pai dos pobres? O Brasil e a Era Vargas. São Paulo: Companhia das Letras, 2001. p.14.)
Tal como indicado no texto, durante a II Guerra Mundial, a conduta de Getúlio Vargas foi orientada por uma: