Na década de 1960, período em que a agricultura somava desafios e tinha presença masculina como regra, a cientista Johanna Döbereiner foi uma exceção. Ao insistir no uso de microorganismos para promover a fixação biológica de nitrogênio e multiplicar a produtividade brasileira, alavancando a agricultura tropical e dando alento na busca por competitividade frente a grandes mercados, ela selou seu nome na história. Sua contribuição ajudou o Brasil a ser um grande produtor de soja, uma vez que a fixação biológica do nitrogênio desenvolveu-se no sentido inverso do que era praticado até então, com uso intensivo de adubos nitrogenados como fertilizantes minerais. Sua pesquisa contribuiu para a economia e sustentabilidade do Brasil, pois sua descoberta não poluía o solo e os rios.
Fonte: EMBRAPA. Portal embrapa. Johanna Döbereiner: a cientista que revolucionou a agricultura. Embrapa. [s.d]. Disponível em :https://www.embrapa.br/johanna-dobereiner/quem-foi. Acesso em: 28 maio 2023. (Adaptado)
Pouco reativo do ponto de vista químico, apenas algumas bactérias têm a capacidade de fixar o nitrogênio atmosférico, convertendo-o numa forma que pode ser assimilado pelas plantas. O processo de fixação dessas espécies químicas ocorre em etapas, representadas na figura a seguir.
As espécies químicas amônia (NH3), nitrito (NO2-), nitrato (NO3-) e nitrogênio atmosférico (N2) são partes do ciclo do nitrogênio.
Assim sendo, é correto afirmar que os números de oxidação do nitrogênio na amônia, nitrito, nitrato e nitrogênio atmosférico são, respectivamente,