Na década de 1940, surgiu um ditado que se tornaria célebre: “São Paulo, a cidade que mais cresce no mundo”. Não se tratava de mero ufanismo; estatísticas da época demonstraram que a cada duas horas surgia um novo edifício. A cidade contava com quatro mil fábricas, possuía doze bibliotecas, dez estações de rádio e setenta casas de espetáculos entre cinemas e teatros.
(Revista Cidade n°4. São Paulo: DPH, 1996. Adaptado)
As transformações pelas quais a cidade de São Paulo passou, naquele período, podem ser historicamente compreendidas como