Na escolha do Brasil como alvo do ataque empresado pela WIC pesou uma variedade de motivos. A América portuguesa constituiria o elo frágil do sistema imperial castelhano, em vista da sua condição de possessão lusitana, o que conferia à sua defesa uma posição subalterna na escala de prioridades militares do governo de Madri. Contava-se também com a obtenção de lucros fabulosos a serem proporcionados [...].
(Evaldo Cabral de Mello. O Brasil holandês, 2010.)
Esse ataque da companhia holandesa WIC pode ser interpretado como