Na Idade Média, os dois lados da consciência humana – aquele voltado para o interior e o outro, para o exterior – jaziam ou semiadormecidos ou semidespertos, sob um véu comum, véu tecido da fé e da ilusão (...). O homem só estava consciente de si próprio (...) – através de alguma categoria coletiva.
Fonte: BURCKHARDT, Jacob – Reflexão sobre a História; 3ª ed. São Paulo: Zahar, 1967.
Esse contexto começou a apresentar modificações na: