Na Idade Moderna, devido às restrições mercantilistas, a liberdade econômica não era condição para o funcionamento do mercado. A economia baseava-se num sistema de privilégios: o rei vendia direito de exclusividade tanto em relação ao comércio quanto à produção. Vale destacar que este sistema, também, marcou presença na América e foi determinante na estruturação econômica do continente. Tal situação refletia-se na estrutura socioeconômica da Hispano América colonial, na medida em que: