Na iminência da Primeira Guerra, entre 16 e 18 de maio de 1914, ocorreu o Terceiro Congresso da ANI (Associação Nacionalista Italiana). (...)
Protagonista inegável do Congresso é Alfredo Rocco. (...)
Se no Congresso de Roma definiu-se a relação entre democracia e nacionalismo, no de Milão afirma-se a diferença entre nacionalismo e liberalismo (...) A questão fundamental, agora, é a relação entre Estado e indivíduo. (...) O Estado não pode ser dividido em partidos e sindicatos; deve ser orgânico e, no interior da construção orgânica da sociedade, o indivíduo deve deixar de estar na base da construção social, como na tradição liberal. As únicas coletividades orgânicas para Rocco são a família e a nação.
(Limoncic, Flávio – A experiência nacional: identidades e conceitos de nação na África, Ásia, Europa e nas Américas – 1ª ed. – Rio de Janeiro: Civilização Brasileira, 2017. - Páginas 252 e 253)
A partir da leitura atenta do texto, podemos inferir que, na Itália: