Na obra Fundamentação da metafísica dos costumes (1785), Immanuel Kant afirma que o imperativo categórico age apenas segundo uma máxima tal que possas ao mesmo tempo querer que ela se torne lei universal é o princípio objetivo e supremo da moralidade, bem como o fundamento de determinação da vontade moralmente boa. Além disso, é também o critério de escolha de todas as máximas como princípios subjetivos das ações morais. Sobre a moralidade de Kant, assinale o que for correto.
01) O imperativo categórico é uma lei a priori da razão pura que se impõe aos seres humanos objetivamente como lei do dever incondicional; e subjetivamente exige o respeito por essa lei como o único sentimento moral possível.
02) Uma ação praticada em conformidade com o dever e motivada pelo sentimento de piedade tem pleno valor moral, pois faz de seu agente uma pessoa moralmente boa e um genuíno filantropo.
04) A palavra querer no imperativo categórico expressa a autonomia moral do sujeito da ação, como liberdade de escolha de máximas que, se pretendem ter valor moral, devem estar plenamente de acordo com a lei.
08) Uma das fórmulas do imperativo categórico ordena que devemos tratar a Humanidade, tanto em nós mesmos como em qualquer outra pessoa, sempre como fim em si mesma e nunca simplesmente como meio, por sua condição de dignidade.
16) De acordo com Kant, os conselhos de prudência são imperativos morais que, como princípios orientadores pragmáticos, conduzem à realização do supremo bem moral, a felicidade humana.