Na passagem do século XVIII para o XIX, quando os interesses ingleses capitalistas se impunham como dominantes no Parlamento inglês, a Grã-Bretanha aparecia como a grande defensora do livre comércio no plano internacional. O avanço na sua produção industrial, ao mesmo tempo em que exigia, para sua continuidade, uma constante expansão dos mercados, dava-lhes maiores vantagens sobre seus concorrentes.
(MENDES; RONCARI; MARANHÂO. 1977. p. 42).
A situação privilegiada em que a Inglaterra se encontrava, entre o século XVIII e XIX, ocorreu em decorrência de diversos fatores, como se pode inferir na