Na virada dos séculos XIX e XX, apesar das ameaças de guerra, as sociedades europeias e as elites coloniais viviam um clima de otimismo. A tecnologia, a urbanização e as riquezas produzidas em todo mundo eram usufruídas em Paris, Londres, Bruxelas e Berlim. A indústria europeia de bens de consumo de luxo, de vinhos e diversão atraia visitantes de todo o mundo.
As elites descobriram a pintura dos franceses, como os impressionistas Claude Monet (1840-1926), Pierre-Auguste Renoir (1841-1919) e Edgar Degas (1834-1917), os pós-impressionistas Paul Cézanne (1839-1906) e Paul Gauguin (1848-1903) e o pontilhismo de Georges Seurat (1859-1891) e o holandês Vincent van Gogh (1853-1890).
Em 1874, Monet expunha seu quadro Impressão, o nascer do sol numa mostra coletiva. Essa obra daria nome ao impressionismo, movimento que revolucionou a técnica pictórica. (...)
(Heródoto Barbeiro, Bruna R. Cantele e Carlos A. Schneeberger. História: de olho no mundo do trabalho. São Paulo: Scipione, 2004, p. 373)
Pode-se associar ao contexto histórico a que o texto de Heródoto Barbeiro descreve,