(...) Na visão do mundo medieval no qual Filippo nasceu, era Deus, e apenas Deus, que podia olhar o mundo, e era a Igreja que revelava ao homem como Deus via o mundo. Entretanto, aquela visão do mundo estava mudando justamente no tempo em que Filippo crescia e se transformava em artista e pensador. Intelectuais, perseguindo a sabedoria da Grécia e de Roma, fizeram do homem uma força capaz de criar e transformar, não substituindo Deus, mas trabalhando dentro do plano divino (...).
Fonte: WALKER, Raul Robert. A disputa que mudou a Renascença. Rio de Janeiro: Record, 2002.
Essa atitude dos renascentistas relaciona-se: