“Não cometi fraude. Não fui ocioso nem intrigante. Não provoquei a fome. Não fiz chorar. Não menti. Não profanei as tumbas. Não roubei. Sou puro! Sou puro! Sou puro!”
Este é um trecho do Livro dos Mortos, com que, segundo a crença, a alma do egípcio se defendia perante o tribunal, presidido pelo deus: