Não é de hoje que as joias fascinam as mulheres. Desde o início dos tempos, lá nas eras mais remotas da história, os adornos, que eram feitos de ossos e dentes de animais, conchas, pedras e madeira, já eram reverenciados pela beleza, valor, significado ou poder que simbolizavam. As joias marcam momentos especiais da vida: são passadas de geração a geração, fortalecendo os laços familiares; fazem parte de conquistas e comemorações; tornam-se amuletos… Mas, a tarefa de traduzir as sensações inspiradas por elas não é nada simples, visto que cada pessoa possui sua própria história nesse universo tão particular. Fato é que ser presenteado com uma joia, vai além de qualquer sensação.
Suponha que você tenha herdado de sua bisavó materna um
relicário em formato de coração, confeccionado apenas com ouro e prata, e cuja densidade é igual a 17,1 g cm-3. Sabendo que as densidades do ouro e da prata são, respectivamente, iguais a 19,3 g cm-3 e 10,5 g cm-3, é possível concluir que a joia em questão é constituída de
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