“Não é gente matriculada nos livros de Vossa Majest ade, não recebem saldo, nem ajuda de pano, ou de munição. São umas agregações que fazemos, alguns de nós, entrando cada um com seus servos de armas que têm. (...) [para] adquirir o tapuia gentio-bravo e comedor de carne humana, para o reduzir para o conhecimento da urbana humanidade e humana sociedade. (...) em vão trabalha quem os quer fazer anjos, antes de os fazer homens (...)”.
O relato acima é trechos de uma Carta de Domingos Jorge Velho datada de 15 de julho de 1694, enviada ao monarca português.
(ENNES, Ernesto apud MONTELLATO, Andréa Rodrigues Dias. História Temática: diversidade cultural e conflitos. 6ª série. São Paulo: Scipione, 2000, p. 98).
(ENNES, Ernesto apud MONTELLATO, Andréa Rodrigues Dias. História Temática: diversidade cultural e conflitos. 6ª série. São Paulo: Scipione, 2000, p. 98).
Observe o texto acima e marque o item VERDADEIRO: