Não havia internet, celular nem GPS. Naquela pequena embarcação, para calcular a localização aproximada em alto- -mar havia apenas um rudimentar sextante. Foi nesse contexto improvável que o economista e navegador amador Amyr Klink lançou-se num desafio até hoje nunca repetido: atravessar o Atlântico Sul num barco sem vela nem motor, movido apenas pelas correntes marinhas e pela força de remos.
(www.amyrklink.com.br. Adaptado.)
Na viagem realizada por Amyr Klink, o emprego de um instrumento conhecido como sextante contribuiu para