Não houve propriamente inovação poética nas manifestações desse movimento no país. Ele ficou mesmo muito aquém de seus modelos parisienses. Difundiu um culto acadêmico da “arte pela arte”: um culto convencional da correção gramatical, do preciosismo das palavras, da obsessão de clareza e do rigor formal; enfim, da subserviência aos postulados artísticos dos manuais europeus. Disciplinados e escolares, os poetas desse movimento acataram as regras que pretendiam “científicas” da poética tradicional.
(Benjamin Abdala Junior e Samira Youssef Campedelli. Tempos da literatura brasileira, 1997. Adaptado.)
O texto refere-se ao movimento