Não mais flutuo por cima do Rio Vieira, pendurado em cipós, nem pego mais cari em suas águas.
Nunca mais nadei em seus poços ou brinquei nos esconderijos de suas margens.
Hoje tudo está cimentado, asfaltado, enterrado na nossa memória.
Tudo passou, foi embora, levado pra longe, como as enchentes do Vieira que arrastavam madeiras, fogões, cobras, portas, vidas e sonhos.
Ucho Ribeiro. Revista Tuia, Ano II, n 04, pag. 68, março 2015
Quanto às transformações espaciais, o poema: